quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Terceiro ano B e C - Pedro Ferreira Cintra - História - Professora Rosa Tavares

Nazismo e Racismo
Este temas busca trabalhar com o sentimento xenofóbico racista nazista no contexto alemão pós a Primeira Guerra Mundial.
Como referência, tomaremos ), que uma da obras de Hannah Arendt (ela própria vítima da perseguição nazista contribuiu sobremaneira  para a compreensão e estudo do nazismo: Origens do totalitarismo, de 1951. Publicado poucos anos depois do fim da Segunda Guerra Mundial, o livro trata de um tema vivo e contemporâneo, construído sobre uma ferida ainda aberta, com base na premissa de que o totalitarismo não existe alheio ao terror, seja no nazifacismo, seja no Stalinismo. Logo no prefácio uma  constatação basilar:
"É por isso que todos os esforços de escapar do horror do presente, refugiando-se na nostalgia por um passado ainda eventualmente intacto ou no antecipado oblívio de um futuro melhor, são vãos."
ARENDT, Hannah, Origens do totalitarismo.
É necessário ressaltar que o antissemitismo não nasceu no discurso nazista. Há um longo passado antissemita na história européia, remontado ao Império Romano. Contudo, foi no Estado nazista que se construiu um sistema logístico de grande proporção para aprisionar, explorar e exterminar judeus.
Procure pesquisar ou verificar em sua apostila a Lei para Proteção do Sangue e Honra Alemães, um dos documentos conhecidos como Leis de Nuremberg, em que a pureza da raça, a exaltação da nação e a necessidade de crescimento e expansão do Reich são evidenciadas.
Hitler sempre destacou e deu enfase a "superioridade do homem branco em relação a outros povos".
É possível destacar determinados conceitos, dentro do contexto alemão do século XX:
-Nacionalismo: não tem uma conceituação única, depende de contextualização.
- Construção de um novo mundo: o nazismo buscava a construção de um mundo baseado na beleza inspirada pela arte clássica.
- Superioridade do povo alemão: pode ser atribuída como reação ao revanchismo do Tratado de Versalhes, no qual a Alemanha fora severamente punida pela participação na Primeira Guerra Mundial, levando o país a hiperinflação.
- Racismo: derivado das teorias imperialistas, superioridade do homem branco em relação a outros povos, foi enfatizada por Hitler no contexto alemão após a Primeira Guerra Mundial, criado um ambiente xenofóbico muito forte.
- Antissemitismo: tem várias explicações e origens.
Apesar da adesão ao nazismo na sociedade alemã, houve também inúmeros grupos e indivíduos que resistiram e lutaram contra esses ideais.

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Segundo ano C - Pedro Ferreira Cinta - História - Professora Rosa Tavares

Sistemas Coloniais Europeus - A América Colonial
Os sistemas coloniais europeus implementados em diversas regiões do mundo a partir do século XVI. Assim destacamos os seguintes temas:
- principais regiões de colonização na América e no mundo;
- características do capitalismo mercantilista;
- peculiaridades de cada processo de ocupação.
A formação da América colonial na Idade Moderna foi marcada pelo mercantilismo europeu e pela supremacia branca e evidenciou diversas modelagens socioeconômicas, provocadas pela diversidade de interesses que motivaram os colonizadores, ou pela pluralidade do continente conquistado e ocupado estacamos, os modelos de Portugal, Espanha, Inglaterra e França e as peculiaridades e características comuns da colonizações que essas potências mercantilistas empreenderam na América. O objetivo é facilitar a diferenciação entre eles.
Podemos enfatizar o fato de que não são falados somente idiomas europeus na América, há uma grande quantidade de línguas indígenas e em alguns países com o Paraguai, essas línguas são consideradas oficiais.
Características do sistema colonial:
- metrópole e concentração colonial predominante, litorânea ou interiorana;
- interesses econômicos da metrópole, atividades agrícolas e extrativistas;
- tipo de trabalho empregado nas principais atividades econômicas;
- caracterização social e política da elites coloniais;
- relação estabelecida entre as elites coloniais e as populações indígenas e africanas;
-influências e atuação da Igreja Católica.
Implementação de sistemas coloniais:
- Metróple Portugal, aplica-se ao Brasil
- Metrpóle França, aplica-se ao Haiti, Guiana Francesa;
- No litoral predomina-se o colonialismo portugues e ingles.....
- Miscigenação marcante entre os europeus, indígenas e africanos e aplica-se ao Brasil, mistura de raças.

Segundo ano B - Pedro Ferreira Cintra - História - Professora Rosa Tavares

Interações Culturais

Esta situação de aprendizagem aborda os encontros entre europeus e as civilizações da África e América.
A produção didática a respeito dos encontros entre europeus e povos e outros continentes, em sua grande maioria, contemplou os pressupostos expansionistas - destacamento, sobretudo, os interesses comerciais, responsáveis pela abertura de novas rotas marítimas a parta da Europa, colocando em segundo plano a dinâmica, por assim dizer, humana dos contatos e das trocas culturais.
Considere aspectos capitalistas e mercantilista e à formação do mercado mundial, visa ampliar enfoque dos processos de interação cultural que acompanharam a expansão européia a partir do final do século XV e início do XVI.
Assim podemos refletir e respeitar a diversidade cultural e esclarecer sobre as três raças formadoras da nação brasileira.
Os encontros entre europeus e povos da África, Ásia e América estão associados à época dos processos de colonização e à expansão e exploração colonial de países como Portugal, Espanha e Inglaterra. "A tradição histórica associa a expansão desses países ao descobrimento de terras longínquas nas Índias Ocidentais, depois, à instalação de entrepostos ao longo das rotas para a África, para a Índia e para a Ásia".
A esse largo movimento foi associada a crença de que se tratava de levar a civilização aos não europeus, podemos entender também aos não brancos, hierarquizando valores e modos de vida a partir de práticas contantes de imposição e substituição das culturas locais.
Vocês devem pesquisar as cartas de Pero Vaz de Caminha, Américo Vespúcio e o Diário de Cristóvão Colombo, onde eles descrevem as interações que obtiveram em nosso continente, para compreender como eles descrevem em alguns trechos o que encontraram quando aqui chegaram e que foi necessário a eles interagirem para poder "civilizar" os povos considerados diferentes.




segunda-feira, 24 de agosto de 2015

HIstória - Egito e Mesopotâmia - 1o. D - Pedro Ferreira Cintra - Professora Rosa Tavares(1)



A sociedades egípicia e mesopotamica atribui-de a criação do Estado e a vivencia de experiencias semelhantes em suas formas de organização social, nas quais política, religião e economia podiam ser entendida como indissóciáveis. O grande número de variações - impostas por determinantes de ordem geocronológica - nao invabiliza, contudo, essa aproximação.
No que se refere ao Egito, em seus primórdios, a imagem inicial quae se tem asssociada é aquela que se refere a sua organizaão eonomica agricola.
Uma outra importante representação a qual, coumente, é associado o conhecimento acerca do Egito Antigo. É o sistema de hierógelifos, sistema de ecrita, sistema de linguagem, estrutura e organização, abriiu-se novas formas de compreensão.
A Mesopotâmia creditamos, historicamente, o surgimento do urbanismo e da escrita.Contrariamente ao lugar ocuparam e ocupam no pensamento ocidental a civilizações clássicas, a Mesopotâmia, menos que o Egito,não logrou ter o mesmo reconhecimento - e isso se deve, sobretudo, ao desejo de países europeus do século XIX de buscarem suas origens nas civilizações grega e romana.










Alunos EM Pedro Ferreira Cintra - História - Professora Rosa Tavares

Acompanhem as postagens.....procurem seguir.
Conto com vocês.
Obrigada.



Professora Rosa Tavares