domingo, 22 de dezembro de 2013
Palestra sobre O Dia da Consciência Negra
O professora de Capoeira, Carlos Pardal, realizou uma Palestra no Pátio da Escola Estadual Antonio Caio, em Itapira, sobre o Dia da Consciência Negra, no mesmo dia do Museu Temporário de História. Palestra que fez com que nossos alunos fizessem uma reflexão sobre a data, sobre o conteúdo já estudo em sala para algumas séries, mas acima de tudo fazer com que elas pudessem ter Um Outro Olhar, sobre a questão do preconceito. Aproveito para agradecer a professora Lais, pois foi ela que conhecia o professor, e depois de conversarmos, ela pode convidá-lo, e tivemos o prazer de poder ouvir e refletir com suas palavras.

Continuação da Abertura do Museu Temporário de História
| Professora Ana Maria, visitando o Museus com seus alunos |
| Após a visitação os pais, professores receberam como lembrança o nosso "Papiro" |
| Olha a fila para a visitação |
| Professora Lúcia Bianchesi, assinando nossa lista de presença |
| Vinícius, foi brilhante em sua exposição sobre As Maravilhas do Mundo Moderno. |
| Sonho realizado |
| Michele visitando o Museu.... |
| Sandra, folheando os dicionários Ilustrados. |
| Nossa Coordenadora, Adriana Iorio, visitando e apreciando os Dicionários Ilustrados sobre a Pré-história, onde tudo começou. |
A "inauguração" e abertura de nosso Museu Temporário de História...
| Nossa Vice Diretora Beatriz Torres cortando a fita inaugural... |
| Adicionar legenda |
| Sejam todos bem vindos... |
| Dicionários Ilustrados sobre a Pré-história |
| Algumas das Sete Maravilhas dos mundo Moderno |
quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
Frase de Nelson Mandela
Uma singela homenagem, na minha opinião, há um dos maiores líderes mundiais, que realmente representa uma nação, um povo....
Nelson Mandela
O líder sul-africano Nelson Mandela foi um dos mais importantes sujeitos políticos atuantes contra o processo de discriminação instaurado pelo apartheid, na África do Sul, e se tornou um ícone internacional na defesa das causas humanitárias. Nascido em 18 de julho de 1918, na cidade de Transkei, Nelson Rolihlahla Mandela era filho único do casal Henry Mgadla Mandela e Noseki Fanny, que integrava uma antiga família de aristocratas da casa real de Thembu.
Mesmo após ter suas posses e privilégios retirados pela ingerência da Coroa Britânica na região, a família viveu um período de tranqüilidade, até quando Henry Mgadla faleceu inesperadamente, em ano de 1927. Com essa reviravolta em sua vida familiar, a mãe de Mandela se viu obrigada a deixar seu unigênito sob os cuidados de Jongintaba Dalindyebo, parente da família que tinha condições de zelar pela vida e a educação de Nelson Mandela.
Nesse período de sua vida, o jovem Mandela teve oportunidade de ter uma ampla formação educacional influenciada pelos valores de sua própria cultura e da cultura européia. Com isso, o futuro ativista político conseguiu discernir como o pensamento colonial se ocupava em dizer aos africanos que eles deveriam se inspirar nos “ditames superiores” da cultura do Velho Mundo. Após passar pelas melhores instituições de ensino da época, o bem educado rapaz chegou à Universidade de Fort Hare.
No ambiente universitário, Mandela teve oportunidade de tomar conhecimento da luta contra o apartheid promovida pelo Congresso Nacional Africano (CNA). Entretanto, antes de lutar contra o problema social que tomava seu país, Nelson Mandela se voltou contra as tradições de seu próprio povo ao não se sujeitar a um casamento arranjado. Mediante o impasse, o jovem se refugiou na cidade de Johannesburgo, onde trabalhou em uma imobiliária e, logo em seguida, em um escritório de advocacia.
Vivendo nesta cidade, Mandela aprofundou ainda mais seu envolvimento com as atividades do CNA e deu continuidade aos seus estudos no campo do Direito. No ano de 1942, com o apoio de companheiros como Walter Sisulu e Oliver Tambo, fundou a Liga Jovem do CNA. Na década de 1950, os ativistas aliados à Mandela resolveram realizar uma grande manifestação de desobediência civil onde protestavam com as políticas segregacionistas impostas pelo governo do Partido Nacional.
Essa grande manifestação política resultou na elaboração da Carta da Liberdade, importante documento de luta onde a população negra oficializava sua indignação. Em 1956, as autoridades prenderam Nelson Mandela e decidiram condená-lo à morte pelo crime de traição. No entanto, a repercussão internacional de sua prisão e julgamento serviram para que o líder ficasse em liberdade. Depois disso, Mandela continuou a conduzir os protestos pacíficos contra a ordem estabelecida.
Em março de 1960, um trágico episódio incitou Nelson Mandela a rever seus meios de atuação política. Naquele mês, um protesto que tomou conta das ruas da cidade de Sharpeville resultou na morte de vários manifestantes desarmados. Depois disso, Nelson Mandela decidiu se empenhar na formação do “Lança da Nação”, um braço armado do CNA. Naturalmente, o governo segregacionista logo saiu em busca dos líderes dessa facção e, em 5 de agosto de 1962, Mandela foi mais uma vez preso.
Após enfrentar um processo judicial, Mandela foi condenado à prisão perpétua, pena que cumpriria em uma ilha penitenciária localizada a três quilômetros da cidade do Cabo. Nos vinte e sete anos seguintes, Mandela, o preso “466/64”, ficou alheio ao mundo exterior e vivia o desafio de esperar pelo tempo em sua cela. Nessa época, consolidou uma inesperada amizade com James Gregory, carcereiro da prisão que se impressionou com os valores e a dignidade de seu vigiado.
Nesse meio tempo, após a desarticulação do movimento anti-apartheid, novos movimentos de luta surgiram e a comunidade internacional se mobilizou contra a sua prisão. Somente em 1990 – sob a tutela do governo conciliador do presidente Frederik Willem de Klerk – Nelson Mandela foi liberto e reconduziu o processo que deu fim ao apartheid na África do Sul. Em 1992, as leis segregacionistas foram finalmente abolidas com o apoio de Mandela e Willem de Klerk.
No ano seguinte, a vitória política lhe concedeu o prêmio Nobel da Paz e, em 1994, foram organizadas as primeiras eleições multirraciais da África do Sul. A vitória eleitoral de Nelson Mandela iniciou o expurgo das práticas racistas do Estado africano e rendeu grande reconhecimento internacional à Mandela. Depois de cumprir mandato, em 1999, Mandela atuou em diversas causas humanitárias. O líder sul-africano exerceu também um grande papel na luta contra a AIDS.
Mesmo após ter suas posses e privilégios retirados pela ingerência da Coroa Britânica na região, a família viveu um período de tranqüilidade, até quando Henry Mgadla faleceu inesperadamente, em ano de 1927. Com essa reviravolta em sua vida familiar, a mãe de Mandela se viu obrigada a deixar seu unigênito sob os cuidados de Jongintaba Dalindyebo, parente da família que tinha condições de zelar pela vida e a educação de Nelson Mandela.
Nesse período de sua vida, o jovem Mandela teve oportunidade de ter uma ampla formação educacional influenciada pelos valores de sua própria cultura e da cultura européia. Com isso, o futuro ativista político conseguiu discernir como o pensamento colonial se ocupava em dizer aos africanos que eles deveriam se inspirar nos “ditames superiores” da cultura do Velho Mundo. Após passar pelas melhores instituições de ensino da época, o bem educado rapaz chegou à Universidade de Fort Hare.
No ambiente universitário, Mandela teve oportunidade de tomar conhecimento da luta contra o apartheid promovida pelo Congresso Nacional Africano (CNA). Entretanto, antes de lutar contra o problema social que tomava seu país, Nelson Mandela se voltou contra as tradições de seu próprio povo ao não se sujeitar a um casamento arranjado. Mediante o impasse, o jovem se refugiou na cidade de Johannesburgo, onde trabalhou em uma imobiliária e, logo em seguida, em um escritório de advocacia.
Vivendo nesta cidade, Mandela aprofundou ainda mais seu envolvimento com as atividades do CNA e deu continuidade aos seus estudos no campo do Direito. No ano de 1942, com o apoio de companheiros como Walter Sisulu e Oliver Tambo, fundou a Liga Jovem do CNA. Na década de 1950, os ativistas aliados à Mandela resolveram realizar uma grande manifestação de desobediência civil onde protestavam com as políticas segregacionistas impostas pelo governo do Partido Nacional.
Essa grande manifestação política resultou na elaboração da Carta da Liberdade, importante documento de luta onde a população negra oficializava sua indignação. Em 1956, as autoridades prenderam Nelson Mandela e decidiram condená-lo à morte pelo crime de traição. No entanto, a repercussão internacional de sua prisão e julgamento serviram para que o líder ficasse em liberdade. Depois disso, Mandela continuou a conduzir os protestos pacíficos contra a ordem estabelecida.
Em março de 1960, um trágico episódio incitou Nelson Mandela a rever seus meios de atuação política. Naquele mês, um protesto que tomou conta das ruas da cidade de Sharpeville resultou na morte de vários manifestantes desarmados. Depois disso, Nelson Mandela decidiu se empenhar na formação do “Lança da Nação”, um braço armado do CNA. Naturalmente, o governo segregacionista logo saiu em busca dos líderes dessa facção e, em 5 de agosto de 1962, Mandela foi mais uma vez preso.
Após enfrentar um processo judicial, Mandela foi condenado à prisão perpétua, pena que cumpriria em uma ilha penitenciária localizada a três quilômetros da cidade do Cabo. Nos vinte e sete anos seguintes, Mandela, o preso “466/64”, ficou alheio ao mundo exterior e vivia o desafio de esperar pelo tempo em sua cela. Nessa época, consolidou uma inesperada amizade com James Gregory, carcereiro da prisão que se impressionou com os valores e a dignidade de seu vigiado.
Nesse meio tempo, após a desarticulação do movimento anti-apartheid, novos movimentos de luta surgiram e a comunidade internacional se mobilizou contra a sua prisão. Somente em 1990 – sob a tutela do governo conciliador do presidente Frederik Willem de Klerk – Nelson Mandela foi liberto e reconduziu o processo que deu fim ao apartheid na África do Sul. Em 1992, as leis segregacionistas foram finalmente abolidas com o apoio de Mandela e Willem de Klerk.
No ano seguinte, a vitória política lhe concedeu o prêmio Nobel da Paz e, em 1994, foram organizadas as primeiras eleições multirraciais da África do Sul. A vitória eleitoral de Nelson Mandela iniciou o expurgo das práticas racistas do Estado africano e rendeu grande reconhecimento internacional à Mandela. Depois de cumprir mandato, em 1999, Mandela atuou em diversas causas humanitárias. O líder sul-africano exerceu também um grande papel na luta contra a AIDS.
Nelson Mandela faleceu em 05 de dezembro de 2013, em sua casa, na cidade de Johannesburgo, em decorrência de uma infecção pulmonar.
Por Rainer Sousa
Graduado em História
Por Rainer Sousa
Graduado em História
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
Como surgiu conceito sobre o Projeto Museu Temporário
O projeto Museu Temporário, "nasceu" a partir do projeto Cultura é Currículo, onde a Escola sai da Escola e vai visitar outro lugares. No casa da escola na qual eu trabalhava quando este projeto foi apresentado, os alunos de uma sala do Ensino Fundamental, foram visitar um Museu na cidade de Amparo - SP, e após a visitação eles deveriam reproduzir o que eles viram no Museu.
Num trabalho interdisciplinar entre eu, professora de História e a professora de Arte, resolvemos montar um Museu Temporário, que durasse somente um dia, e que os elementos que fariam parte desse museu, seriam as relíquias dos próprios alunos, aquilo que fazia parte de vida deles, que através daquele item poderíamos contar sua história.
Foi um sucesso, pois cada aluno trouxe um item mais interessante que o outro, tais com: vestido de batizado, coleção figurinhas, coleção de bonecas, enfim, tudo que realmente era significativo para cada um. A partir daí, montamos o nosso Museu e foi um sucesso, por que não era somente a exposição em si, mas sim a monitoria realizada pelos alunos, e a partir daí, realizei um ouro museu temporário com outros elementos, com outra sala, com tema Meio Ambiente, e que também foi um sucesso.
Este ano, após ver os trabalhos tão bem realizados pelos alunos, acreditei que deveria ter uma nova forma de absorver o conteúdo dado em sala de aula, e surgiu o novo Projeto do Museu Temporário de História, onde os alunos aprenderiam através de uma outra linguagem, e foi o que ocorreu, mostrando que é possível ensinar de maneira diferente, onde os alunos, ficam completamente envolvidos pelo trabalho, aprendem a trabalhar em grupo, a refletir, interagir, identificar, monitorar, aprendendo a aprender, através de seus próprios trabalhos, atingindo os objetivos do Projeto. Foi uma experiência emocionante, absorvida por todos. Estou realizando as publicações, demonstrando o processo de produção do nosso Projeto.
Segue abaixo o conceito retirado do site da Educação referente ao Projeto Cultura é Currículo.
Três objetivos específicos norteiam o projeto:
• A democratização do acesso de professores e alunos da rede pública estadual a equipamentos, bens e produções culturais que constituem patrimônio cultural da sociedade, tendo em vista uma formação plural e a inserção social;
• O fortalecimento do ensino por meio de novas formas e possibilidades de desenvolvimento dos conteúdos curriculares em articulação com produções socioculturais e fenômenos naturais, diversificando-se as situações de aprendizagens;
• Desenvolvimento da aprendizagem por meio de interações significativas do aluno com o objeto de estudo/conhecimento de disciplinas, reforçando-se o caráter investigativo da experiência curricular.
sábado, 23 de novembro de 2013
Bem Vindo ao Museu Temporário
A Professora de Língua Portuguesa, Ana Maria R. Lima, além de ter realizado um trabalho interessante sobre a História de seus alunos, material que também fez parte de nossa exposição, ela também nos ajudou a escrever o cartaz, para identificar e recepcionar, os visitantes ao Museu Temporário de História
Maquetes - Montando o Museu
Os alunos fotografaram as maquetes, que foram produzidas pelos alunos das sexta séries B e C, sobre os Quilombos, um símbolo de resistência à escravidão, do povo negro.
A palavra quilombo tem origem africana e, de acordo com estudiosos do tema, tem relações com uma sociedade guerreira existente em Angola, no século XII. No Brasil a palavra passou a ser utilizada, inicialmente, para referir-se a Palmares como um local de refúgio de escravos, passando, depois, a designar os demais territórios que concentraram os negros resistentes à escravidão.
Quilombo, símbolo de resistência negra e da luta tenaz que os escravos travaram por sua liberdade.(Caderno do Professor História - SEESP).
Assinar:
Comentários (Atom)























