Queridos alunos essas questões abrangem vários assuntos do conteúdo da apostila 1 que deverá ser realizado em dupla ou trio, consultando a internet, o blog, livro....enfim a critério, é uma pesquisa em forma de pergunta. Uma folha por grupo.
1. Em quais Continentes se deu as interações culturais
2. Por que esses encontros entre os povos se tornaram interessantes aos países europeus
3. Onde podemos encontrar os relatos desses encontros culturais, quem os escreveu
4. Que temas podemos destacar na implementação dos sistemas coloniais europeus
5. Que países podemos destacar como colonizadores da América
6. Quais os dois pensadores políticos que adotaram diferentes posições na Revolução Inglesa
7. Cite dois temas que podemos destacar sobre a Revolução Inglesa e seus efeitos na conjuntura o política ocidental nos séculos XVII e XVIII
8. Qual o nome da obra escrita por Thomas Hobbes
9. Como John Locke pensava em relação ao absolutismo inglês
10. Qual o papel da comunidade no texto de Locke.
Estou aguardando os trabalhos dos alunos que ainda não entregaram.
Obrigada.
Profa. Rosa Tavares
****Data de entrega 18\09\2015 - poderemos fazer a pesquisa na sala de informática, caso ela esteja livre.
segunda-feira, 14 de setembro de 2015
Questões para o terceiro ano B - História - Professora Rosa - Pedro Ferreira Cintra
TRABALHO DE HISTÓRIA - trio ou dupla
1. Que período durou a Primeira Guerra Mundial
2. Qual foi o estopim que iniciou a Guerra
3. Quais os nomes da duas Alianças militares formadas na Primeira Guerra
4. Quando e por que ocorreu a Revolução Russa
5. Como podemos definir o governo do Czar Nicolau II, diante de seu povo
6. Como se chamou o encontro entre o povo russo e seu Czar, numa passeata pacífica
7. Quais são os grandes nomes da Revolução Russa
8. Qual o contexto alemão após da Primeira Guerra Mundial
9. Qual o nome e quais circunstâncias forma implementadas na Alemanha no Partido Nazista
10. Quais conceitos fizeram parte do contexto alemão do século XX
Trabalho de História - Individual
Tema: A Segunda Guerra Mundial
deverá ter capa, bibliografia, poderá ser manuscrito ou digitado.
Data de Entrega: 21 de setembro de 2015.
1. Que período durou a Primeira Guerra Mundial
2. Qual foi o estopim que iniciou a Guerra
3. Quais os nomes da duas Alianças militares formadas na Primeira Guerra
4. Quando e por que ocorreu a Revolução Russa
5. Como podemos definir o governo do Czar Nicolau II, diante de seu povo
6. Como se chamou o encontro entre o povo russo e seu Czar, numa passeata pacífica
7. Quais são os grandes nomes da Revolução Russa
8. Qual o contexto alemão após da Primeira Guerra Mundial
9. Qual o nome e quais circunstâncias forma implementadas na Alemanha no Partido Nazista
10. Quais conceitos fizeram parte do contexto alemão do século XX
Trabalho de História - Individual
Tema: A Segunda Guerra Mundial
deverá ter capa, bibliografia, poderá ser manuscrito ou digitado.
Data de Entrega: 21 de setembro de 2015.
segunda-feira, 7 de setembro de 2015
Os primeiros tempos da democracia Grega e o regime democrático ateniense na época clássica - Primeiro D - Pedro Ferreira Cintra - História - Professora Rosa Tavares
Este texto é sobre democracia e sobre escravidão grega, a maior parte de nossos exemplos será retirada de Atenas clássica, uma opção necessária. É na estrutura política da pólis (cidade), que se originaram e se desenvolveram, no mundo grego clássico, os fenômenos sociais , é da e econômicos presentes o mundo ocidental contemporâneo, em sua quase totalidade. No que se refere à democracia e à escravidão gregas, é da Atenas clássica que advém a parte mais expressiva dos documentos de dispomos sobre esses temas ( fontes literárias, epigráficas, arqueológicas, etc.).
A pólis ateniense, como afirma Moses I. Finley, em Uso e abuso da História (1989a. p 24) "(...) pela primeira vez - ao menos na história ocidental -, apresentou a política como uma atividade humana, elevando-a em seguida à mais fundamental das atividades sociais". Para além da existência de maior numero de fontes, é em Atenas que se conhece o mais expressivo aperfeiçoamento do regime democrático, a ponto de os especialistas considerem que tratar de democracia.
A experiência democrático grega exerceu profunda influência nas práticas políticas modernas, sobretudo a partir dos séculos XVIII e XIX. Nesse dominínio, a democracia grega foi instrumentalizada de diferentes modos, ora como modelo a ser seguido, ora coo modelo a ser evitado. Pode-se dizer que grande parte das ideias que inspiraram o nascimento e o desenvolvimento das instituições democráticas de hoje influenciada por modelos gregos, em especial os atenienses, o que você poderá apresentar de maneira critica.
Temos por objetivo propor reflexões em torna de uma temática clássica nos estudos da história da Antiguidade grega: a democracia.
Para um bom entendimento ao conteúdo a ser tratado é importante um bom entendimento da caracterização dos períodos da história grega anteriores à Época Clássica (séculos V e IV a.C):
- Localização geográfica da Grécia;
- Período Pré-homérico (anterior ao século XII a.C.); formação do povo e das primeiras cidades, com o avento das ondas migratórias dos povos de língua indo-européia;
- Período Homérica (século XII a.C. ai século VIII a.C.): convém destacar que, devido à inexistência de outras obras, a Íliada e a Odisseia, atribuídas a Homero, que constituem uma das principais fontes de conhecimento sobre o período analisado. Eles nos dão formas da organização social, do pensamento religioso, da vida econômica, etc...
- Período Arcaico (século VIII a,C. ao século VI a.C.) é importante destacar que foi no período Arcaico que ocorreram significativas mudança na organização socioeconômica do mundo grego sobretudo aquelas relacionadas à desagregação das comunidades gentílicas.
(Continua......)
Independência do Brasil
A independência do Brasil, enquanto processo histórico, desenhou-se muito tempo antes do príncipe regente Dom Pedro I proclamar o fim dos nossos laços coloniais às margens do rio Ipiranga. De fato, para entendermos como o Brasil se tornou uma nação independente, devemos perceber como as transformações políticas, econômicas e sociais inauguradas com a chegada da família da Corte Lusitana ao país abriram espaço para a possibilidade da independência.
A chegada da Família Real Portuguesa ao Brasil foi episódio de grande importância para que possamos iniciar as justificativas da nossa independência. Ao pisar em solo brasileiro, Dom João VI tratou de cumprir os acordos firmados com a Inglaterra, que se comprometera em defender Portugal das tropas de Napoleão e escoltar a Corte Portuguesa ao litoral brasileiro. Por isso, mesmo antes de chegar à capital da colônia, o rei português realizou a abertura dos portos brasileiros às demais nações do mundo.
Do ponto de vista econômico, essa medida pode ser vista como um primeiro “grito de independência”, onde a colônia brasileira não mais estaria atrelada ao monopólio comercial imposto pelo antigo pacto colonial. Com tal medida, os grandes produtores agrícolas e comerciantes nacionais puderam avolumar os seus negócios e viver um tempo de prosperidade material nunca antes experimentado em toda história colonial. A liberdade já era sentida no bolso de nossas elites.
Para fora do campo da economia, podemos salientar como a reforma urbanística feita por Dom João VI promoveu um embelezamento do Rio de Janeiro até então nunca antes vivida na capital da colônia, que deixou de ser uma simples zona de exploração para ser elevada à categoria de Reino Unido de Portugal e Algarves. Se a medida prestigiou os novos súditos tupiniquins, logo despertou a insatisfação dos portugueses que foram deixados à mercê da administração de Lorde Protetor do exército inglês.
Essas medidas, tomadas até o ano de 1815, alimentaram um movimento de mudanças por parte das elites lusitanas, que se viam abandonadas por sua antiga autoridade política. Foi nesse contexto que uma revolução constitucionalista tomou conta dos quadros políticos portugueses em agosto de 1820. A Revolução Liberal do Porto tinha como objetivo reestruturar a soberania política portuguesa por meio de uma reforma liberal que limitaria os poderes do rei e reconduziria o Brasil à condição de colônia.
Os revolucionários lusitanos formaram uma espécie de Assembleia Nacional que ganhou o nome de “Cortes”. Nas Cortes, as principais figuras políticas lusitanas exigiam que o rei Dom João VI retornasse à terra natal para que legitimasse as transformações políticas em andamento. Temendo perder sua autoridade real, D. João saiu do Brasil em 1821 e nomeou seu filho, Dom Pedro I, como príncipe regente do Brasil.
A medida ainda foi acompanhada pelo rombo dos cofres brasileiros, o que deixou a nação em péssimas condições financeiras. Em meio às conturbações políticas que se viam contrárias às intenções políticas dos lusitanos, Dom Pedro I tratou de tomar medidas em favor da população tupiniquim. Entre suas primeiras medidas, o príncipe regente baixou os impostos e equiparou as autoridades militares nacionais às lusitanas. Naturalmente, tais ações desagradaram bastante as Cortes de Portugal.
Mediante as claras intenções de Dom Pedro, as Cortes exigiram que o príncipe retornasse para Portugal e entregasse o Brasil ao controle de uma junta administrativa formada pelas Cortes. A ameaça vinda de Portugal despertou a elite econômica brasileira para o risco que as benesses econômicas conquistadas ao longo do período joanino corriam. Dessa maneira, grandes fazendeiros e comerciantes passaram a defender a ascensão política de Dom Pedro I à líder da independência brasileira.
No final de 1821, quando as pressões das Cortes atingiram sua força máxima, os defensores da independência organizaram um grande abaixo-assinado requerendo a permanência e Dom Pedro no Brasil. A demonstração de apoio dada foi retribuída quando, em 9 de janeiro de 1822, Dom Pedro I reafirmou sua permanência no conhecido Dia do Fico. A partir desse ato público, o príncipe regente assinalou qual era seu posicionamento político.
Logo em seguida, Dom Pedro I incorporou figuras políticas pró-independência aos quadros administrativos de seu governo. Entre eles estavam José Bonifácio, grande conselheiro político de Dom Pedro e defensor de um processo de independência conservador guiado pelas mãos de um regime monárquico. Além disso, Dom Pedro I firmou uma resolução onde dizia que nenhuma ordem vinda de Portugal poderia ser adotada sem sua autorização prévia.
Essa última medida de Dom Pedro I tornou sua relação política com as Cortes praticamente insustentável. Em setembro de 1822, a assembleia lusitana enviou um novo documento para o Brasil exigindo o retorno do príncipe para Portugal sob a ameaça de invasão militar, caso a exigência não fosse imediatamente cumprida. Ao tomar conhecimento do documento, Dom Pedro I (que estava em viagem) declarou a independência do país no dia 7 de setembro de 1822, às margens do rio Ipiranga.
A chegada da Família Real Portuguesa ao Brasil foi episódio de grande importância para que possamos iniciar as justificativas da nossa independência. Ao pisar em solo brasileiro, Dom João VI tratou de cumprir os acordos firmados com a Inglaterra, que se comprometera em defender Portugal das tropas de Napoleão e escoltar a Corte Portuguesa ao litoral brasileiro. Por isso, mesmo antes de chegar à capital da colônia, o rei português realizou a abertura dos portos brasileiros às demais nações do mundo.
Do ponto de vista econômico, essa medida pode ser vista como um primeiro “grito de independência”, onde a colônia brasileira não mais estaria atrelada ao monopólio comercial imposto pelo antigo pacto colonial. Com tal medida, os grandes produtores agrícolas e comerciantes nacionais puderam avolumar os seus negócios e viver um tempo de prosperidade material nunca antes experimentado em toda história colonial. A liberdade já era sentida no bolso de nossas elites.
Para fora do campo da economia, podemos salientar como a reforma urbanística feita por Dom João VI promoveu um embelezamento do Rio de Janeiro até então nunca antes vivida na capital da colônia, que deixou de ser uma simples zona de exploração para ser elevada à categoria de Reino Unido de Portugal e Algarves. Se a medida prestigiou os novos súditos tupiniquins, logo despertou a insatisfação dos portugueses que foram deixados à mercê da administração de Lorde Protetor do exército inglês.
Essas medidas, tomadas até o ano de 1815, alimentaram um movimento de mudanças por parte das elites lusitanas, que se viam abandonadas por sua antiga autoridade política. Foi nesse contexto que uma revolução constitucionalista tomou conta dos quadros políticos portugueses em agosto de 1820. A Revolução Liberal do Porto tinha como objetivo reestruturar a soberania política portuguesa por meio de uma reforma liberal que limitaria os poderes do rei e reconduziria o Brasil à condição de colônia.
Os revolucionários lusitanos formaram uma espécie de Assembleia Nacional que ganhou o nome de “Cortes”. Nas Cortes, as principais figuras políticas lusitanas exigiam que o rei Dom João VI retornasse à terra natal para que legitimasse as transformações políticas em andamento. Temendo perder sua autoridade real, D. João saiu do Brasil em 1821 e nomeou seu filho, Dom Pedro I, como príncipe regente do Brasil.
A medida ainda foi acompanhada pelo rombo dos cofres brasileiros, o que deixou a nação em péssimas condições financeiras. Em meio às conturbações políticas que se viam contrárias às intenções políticas dos lusitanos, Dom Pedro I tratou de tomar medidas em favor da população tupiniquim. Entre suas primeiras medidas, o príncipe regente baixou os impostos e equiparou as autoridades militares nacionais às lusitanas. Naturalmente, tais ações desagradaram bastante as Cortes de Portugal.
Mediante as claras intenções de Dom Pedro, as Cortes exigiram que o príncipe retornasse para Portugal e entregasse o Brasil ao controle de uma junta administrativa formada pelas Cortes. A ameaça vinda de Portugal despertou a elite econômica brasileira para o risco que as benesses econômicas conquistadas ao longo do período joanino corriam. Dessa maneira, grandes fazendeiros e comerciantes passaram a defender a ascensão política de Dom Pedro I à líder da independência brasileira.
No final de 1821, quando as pressões das Cortes atingiram sua força máxima, os defensores da independência organizaram um grande abaixo-assinado requerendo a permanência e Dom Pedro no Brasil. A demonstração de apoio dada foi retribuída quando, em 9 de janeiro de 1822, Dom Pedro I reafirmou sua permanência no conhecido Dia do Fico. A partir desse ato público, o príncipe regente assinalou qual era seu posicionamento político.
Logo em seguida, Dom Pedro I incorporou figuras políticas pró-independência aos quadros administrativos de seu governo. Entre eles estavam José Bonifácio, grande conselheiro político de Dom Pedro e defensor de um processo de independência conservador guiado pelas mãos de um regime monárquico. Além disso, Dom Pedro I firmou uma resolução onde dizia que nenhuma ordem vinda de Portugal poderia ser adotada sem sua autorização prévia.
Essa última medida de Dom Pedro I tornou sua relação política com as Cortes praticamente insustentável. Em setembro de 1822, a assembleia lusitana enviou um novo documento para o Brasil exigindo o retorno do príncipe para Portugal sob a ameaça de invasão militar, caso a exigência não fosse imediatamente cumprida. Ao tomar conhecimento do documento, Dom Pedro I (que estava em viagem) declarou a independência do país no dia 7 de setembro de 1822, às margens do rio Ipiranga.
Por Rainer Sousa
Graduado em História
Graduado em História
Guerra Civil Espanhola
Mapa conceitual guerra civil espanhola
- 1. MAPA CONCEITUAL
- GUERRA CIVIL ESPANHOLA 1936 -1939
- 2. CAUSAS forças politicas que atuavam e disputavam o poder na Espanha Falangistas: acabar com os movimentos comunistas na Espanha tinham apoio: Francisco Franco, igreja, Exército e proprietários rurais . Governo autoritário. Apoio dos nazistas. Frente popular dos partidos políticos de esquerda e defensores da democracia. Governo republicano que tiveram o apoio externo da União Soviética.
- 3. CARACTERÍSTICAS:•conflitos entre esquerdistas e nacionalistas.•general Francisco Franco comandou o exército espanhol num golpe de estado contra o governo democrático e legal da Segunda República Espanhola.•o golpe não foi bem sucedido e a Espanha ficou dividida entre
- falangistas e republicanos. Estoura a guerra civil.•Falangistas tiveram apoio da Alemanha e da Itália.•Republicanos armas enviadas pela URSS.•bombardeio ocorreu em 26 de abril de 1937 e matou cerca de 125 civis espanhóis.
- 4. CONSEQUÊNCIAS:• falangistas conseguiram derrubar o Governo Republicano do poder.Francisco Franco que assumiu o poder em abril de 1939, implantando um regime ditatorial de direita na Espanha.• O painel intitulado Guernica, pintado por Pablo Picasso, mostra a crueldade do ataque aéreo sobre os civis da cidade espanhola.
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Terceiro Ano B e C - História - Pedro Ferreira Cintra - Professora Rosa Tavares
A Guerra Civil Espanhola
Nesse conflito de um lado estavam posicionadas as forças nacionalistas e fascistas aliadas a instituições tradicionais da Espanha, dentre elas o Exército, a Igreja e os Latifundiários (grandes proprietários de terra). Do outro lado da estava a Frente Popular, que era a base do Governo Republicano Espanhol, representados pelos sindicatos, partidos de esquerda e os partidários da democracia.
Para o primeiro grupo mencionado o conflito serviria para livrar o país da influência comunista restabelecendo assim os valores da Espanha tradicional, ou seja, o autoritarismo e o catolicismo. Para isso acontecer era preciso acabar com a República que havia sido proclamada em 1931 com a queda da monarquia.
Já para o segundo grupo citado acima era preciso dar um basta em todo esse avanço das forças fascistas que já havia conquistado toda a Itália (em 1922), toda Alemanha (em 1933) e a Áustria (em 1934).
Segundo as decisões da Internacional Comunista de 1935, elas deveriam se aproximar de partidos democráticos de classe média para que sejam formados uma Frente Popular que teria como função enfrentar todo esse sucesso nazi-fascista. Assim, socialistas, comunistas, anarquistas e democratas liberais deveriam se unir para tentar barrar o avanço nazi-fascista.
Com a grave crise econômica da década de 1930, que foi iniciada pela quebra da bolsa de Nova Iorque em 1929, a ditadura do General Primo de Rivera foi derrubada e em seguida caiu também a Monarquia. O Rei Afonso XIII foi obrigado a exilar-se e proclamaram a República em 1931, que é conhecida como República de Tabajadores. A partir disso a esperança era que a Espanha seguisse o caminho das outras nações ocidentais fazendo uma reforma que separasse o Estado da Igreja, que aceitassem o pluripartidarismo, além da liberdade de expressão e organização sindical. Mas nada disso aconteceu, o País conheceu um violento enfrentamento de classes seguida por uma grande depressão econômica, gerando uma grande frustração generalizada na sociedade espanhola.
O clima de turbulência foi motivado pela intensificação da luta de classes, principalmente entre anarquistas e direitistas que provocou inúmeros assassinatos políticos o que contribuiu para criar uma situação de instabilidade que afetou o prestígio da frente popular.
Com isso direita estava entusiasmada com o sucesso de Hitler que se somou ao golpe direitista de Dolfuss na Áustria em 1934. Apesar de terem perdido as eleições, os direitistas começaram a conspirar contra o governo recebendo o apoio de militares e dos regimes fascistas (de Portugal, Alemanha, e Itália). Acreditavam que com esse apoio dos militares derrubariam facilmente a República. No dia 18 de julho de 1936 o General Francisco Franco insurge o exército contra o governo Republicano. Nas principais cidades, como Madri e Barcelona, o povo saiu para as ruas e impediu o sucesso do golpe. Com isso milícias anarquistas e socialistas foram até então formadas para resistir ao golpe militar.
O país então em pouco tempo ficou completamente dividido em áreas nacionalistas, dominados pelas forças do General Franco e em áreas republicanas, controladas pelos esquerdistas. Nas áreas republicanas houve uma revolução social, terras foram coletivizadas, as fábricas foram dominadas pelos sindicatos, assim como os meios de comunicação.
Porém a superioridade militar do General Franco foi o fator decisivo na vitoria dele sobre a República. Em 1938 suas forças cortaram a Espanha em duas partes, isolando assim a Catalunha do resto do país.
As baixas da Guerra Civil Espanhola oscilam entre 330 e 405 mil mortos, meio milhão de prédios foram destruídos, metade do gado Espanhol foi morto, além disso a renda per capita reduziu em 30% e fez com que a Espanha afundasse numa estagnação econômica que se prolongou por quase 30 anos.
Fontes:
http://educaterra.terra.com.br/voltaire/mundo/guerra_civil_espanha.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/Guerra_Civil_Espanhola
http://educacao.uol.com.br/historia/ult1704u34.jhtm
http://educaterra.terra.com.br/voltaire/mundo/guerra_civil_espanha.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/Guerra_Civil_Espanhola
http://educacao.uol.com.br/historia/ult1704u34.jhtm
Para saber mais.....
PURITANISMO E REVOLUÇÃO
Sem ideias não há Revolução.
Segundo o historiador Modesto Florenzano, uma das principais bases intelectuais da Revolução Inglesa foi o puritanismo. Puritanos era os calvinistas ingleses que lutavam pela purificação da Igreja e se consideravam "eleitos de Deus". O puritanismo se desenvolveu, sobretudo, entre a burguesia e a nobreza rural, ou seja, entre o empresariado inglês do campo e das cidades.
Os puritanos defendiam a independência de juízo baseada na consciência de cada um e na leitura da Bíblia: e estavam convencidos da necessidade de lutar contra a corrupção no seio da Igreja e do Estado. E foi justamente essa "certeza a retidão da causa" um dos principais combustíveis da Revolução contra o absolutismo monárquico na Inglaterra.
Boulos Júnior, Alfredo
História sociedade & cidadania
Segundo A, B e C - História - Pedro Ferreira Cintra - Professora Rosa
Revolução Inglesa
Dois grandes pensadores políticos o ocidente viver de perto os acontecimentos da Revolução Inglesa, que se estendeu de 1640 até 1689. As transformações ocorridas na Inglaterra do seculo XVII são evidentes nas obras de Thomas Hobbes e John Locke. Os dois adotaram posições diferentes em relação a queda do poder absolutista inglês e suas teorias políticas influenciaram diversas discussões posteriores. Se pretende confrontar dois trechos de obras e identificar as influências de dois momentos distintos da história inglesa no discurso dos autores.
Para se saber mais sobre a Revolução Inglesa e seus efeitos na conjuntura política ocidental nos séculos XVII e XVIII, destacamos os temas:
- ascenção dos Stuart;
- Absolutismo inglês em crise: Jaime I e Carlos I;
- República Puritana e Oliver Cromwell;
- restauração dos Stuart;
- ascensão dos Hanover e a Monarquia Parlamentar inglesa.
Thomas Hobbes(1588-1679) saiu da Inglaterra durante a Guerra Civil travada entre os Cavaleiros e os Cabeças Redondas, foi professor do filho de Carlos I na França e tornou-se próximo da corte dos Stuart. Durante o seu exílio na França, escreveu Leviatã, uma de suas principais obras políticas, e, quando o poder dos Stuart foi restaurado, já vivia na Inglaterra. Curiosamente, algumas de suas obras foram censuradas por seu antigo aluno, o rei da época, Carlos II.
John Locke nasceu em 1632 e seus pais participaram da Guerra Civil lutando pelas tropas do parlamento. Quando Hobbes escreveu Leviatã, Locke tinha aproximadamente 18 anos e ainda era um estudante. Viajou bastante pela Europa durante a República de Cromwell e os reinados de Carlos II e Jaime II, o que fez que suas críticas ao absolutismo tornarem-se muito evidentes em seus textos. Retornou à Inglaterra após a Revolução Gloriosa e era muito próximo de Guilherme de Orange, que assumiu o trono após a deposição de Jaime II.
O texto de Hobbes defendia o poder absoluto do soberano pela força e o Estado como sendo essencial para manter a paz entre os seres humanos. Hobbes apresentava o poder político como o poder de um pai sobre o filho, que o subjuga por poder destruí-lo. Há uma justificativa pragmática e racional da existência do Estado, trata-se de adquirir o poder por meio da "força natural" de um pai sobre um filho, por exemplo, ou por meio da guerra.
A diferença entre os textos de Hobbes e Locke: Hobbes escreveu seu texto durante a queda da monarquia Stuart e a ascensão de um regime republicano e ditatorial,no qual a Inglaterra ão foi governada por um soberano legitimado pela continuidade sanguínea de poder. Já Locke escreveu seu texto na ascensão de uma nova dinastia monárquica, que substituia os Stuart, e de um novo período politico marcado pela soberania do Parlamento, assegurada pela "Declaração de Direitos" de 1689.
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